segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Internautas do LANCE!Net elegem golaço de Ibra o mais bonito de 2012

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 17:06 Rio de Janeiro (RJ)

O internauta do LANCE!Net votou nos últimos três dias e elegeu o gol de Ibrahimovic, no amistoso da Suécia contra a Inglaterra, como o mais bonito de 2012. O atacante sueco, que recebeu 37% dos votos, desbancou o gol de Neymar em cima do Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, que recebeu 33% dos votos, e o de Ben Arfa, com a camisa do Newcastle United, em partida válida pela Copa da Inglaterra, que recebeu 7% dos votos.

Diferente do segundo e terceiro colocados, o gol de Ibrahimovic, o último marcado na vitória por 4 a 2 sobre a Inglaterra, em Estocolmo (SUE), não está entre os concorrentes ao Prêmio Puskas, da Fifa, que é entregue ao jogador que fez o gol mais bonito do ano em janeiro. Devido à proximidade do golaço com a data de divulgação dos candidatos - dia 22 de novembro -, o jogador do Paris Saint-Germain acabou ficando fora da lista e só irá poder concorrer no ano que vem.

A Suécia vencia o amistoso contra a seleção inglesa por 3 a 2 até o goleiro Hart, já nos acréscimos do segundo tempo, sair mal do gol e espantar, meio sem jeito, uma bola da grande área com a cabeça. Ibra não pensou duas vezes. Viu o adversário muito adiantado e arriscou uma linda bicicleta com tremenda felicidade. A bola encobriu o arqueiro inglês, estufou a rede, deu números finais à vitória sueca e conquistou a preferência dos leitores do L!Net em 2012, o ano dos golaços. Que venham mais pinturas como a de Ibra no ano que vem. O futebol agradece.



Antônio Carlos pede mais torcida do Botafogo nos jogos em 2013

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 21:28 Rio de Janeiro (RJ)

Antônio Carlos - Botafogo (Foto: Alexandre Loureiro)
Zagueiro elogiou apoio dos jovens em 2012 (Foto: Alexandre Loureiro)

O ano de 2012 está indo embora e o zagueiro Antônio Carlos, do Botafogo, fez sua análise da temporada que se encerra. O jogador afirmou que espera ver mais torcedores do Botafogo no Engenhão no próximo ano, dizendo que isso pode fazer a diferença para que o Alvinegro volte às conquistas.

Antônio reconheceu que o jejum de títulos pode deixar o torcedor decepcionado, de uma maneira geral. No entanto, pediu o apoio dos fãs e lembrou que a equipe teve melhores atuações em jogos de estádio mais cheio.

- A torcida é o termômetro do time. Quando tivemos mais torcida, jogamos bem. Ficamos felizes ao vermos o campo cheio. O torcedor ficar sentido pelo jejum de títulos é normal. Mas espero que nos apoiem. Com todo mundo jogando junto, fica mais fácil. Tomara que o Engenhão fique cheio em 2013. Sempre fui respeitado aqui e sabemos como é, o torcedor deixa de comprar algo em casa para comprar ingresso - disse, à Rádio Tupi.

O zagueirão também exaltou o trabalho da equipe ao longo do ano, dizendo que a equipe procurou sempre se esforçar. Ele afirmou que faltou regularidade à equipe em certos momentos, mas não perdeu a esperança patra o próximo ano, elogiando ainda os jovens que vieram das categorias de base e que conquistaram seu espaço na equipe principal:

- Foi um bom trabalho, mas sem títulos. Sabemos do nosso esforço, lutamos até o fim. Não podemos achar que ficou faltando algo. É claro que houve times mais equilibrados. Acho que esse foi o problema. Vejo nossa regularidade como ponto fraco. Mas os garotos ajudaram muito, têm um futuro promissor.



Bragantino negocia com artilheiro do Paysandu para o Paulistão

Kiros não marcou gol pelo Paysandu nos últimos três jogos (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)Pelo Paysandu, Kiros marcou 8 gols na Série C
(Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)

O Bragantino negocia o reforço do atacante Kiros, artilheiro do Paysandu no Brasileirão da Série C com 8 gols, para a disputa do Paulistão. O jogador de 24 anos e 1,95m pertence ao Porto de Caruaru-PE até a metade de 2013 e estava emprestado ao Papão desde maio.

Apesar da concorrência do América-RN e do interesse do próprio Paysandu em estender o vínculo do atleta por mais uma temporada, o empresário do atacante, Marcos Neves, considerou a negociação com a diretoria do Massa Bruta encaminhada.

- Já tivemos algumas conversas e no dia 2 (de janeiro) teremos novidades. Essa época do ano é complicada, no Natal você até acha alguém, mas no Ano Novo todo mundo viaja - destacou Neves.

Como de praxe, a diretoria do Bragantino só confirma contratações depois da assinatura do contrato, o que poderia acontecer depois do dia 2 de janeiro. A Federação Paulista de Futebol retoma suas atividades no dia 3. Ao GLOBOESPORTE.COM, o presidente do Bragantino, Marco Chedid, desconversou sobre o assunto.

Já o mandatário do América-RN, Alex Padang, afirmou que depois de um primeiro contato, as negociações com Kiros esfriaram e que o clube estaria buscando outro jogador para o setor.

Ao final da Série B, a equipe de Bragança Paulista renovou com a base do time que escapou do rebaixamento na última rodada. Para o ataque, ficaram Tito, Malaquias e Lincom, o último, com características semelhantes à de Kiros.



Com camisa vermelha, São Paulo espera aprovar 3º uniforme em 2013

Bruno Quaresma - 31/12/2012 - 11:00 São Paulo (SP)

Morumbi (Foto: Bruno Quaresma)
Camisa vermelha vai homenagear a reforma do Morumbi, que terá todas as cadeiras na mesma cor em 2013 (Foto: Bruno Quaresma)

Diretores e conselheiros do São Paulo que defendem há alguns anos a criação de um terceiro uniforme estão otimistas para que a aprovação aconteça, finalmente, em 2013. A camisa vermelha que será usada em março, em uma única partida, criou a expectativa.

Para que vencesse a resistência do Conselho Deliberativo, a ideia é tentar aprovar um terceiro uniforme com as mesmas cores que o estatuto permite: branco, vermelho e preto. Além disso, o objetivo é delimitar um número máximo de jogos a serem disputados com o terceiro uniforme. Assim, o clube não correria o risco de popularizar um uniforme que não é um dos principais.

Durante o Paulistão de 2013, o São Paulo jogará uma partida, em março, com uma camisa vermelha, em homenagem à reforma do Morumbi, que no ano que vem terá todas as cadeiras na mesma cor. Depois disso, a camisa não será mais usada, mas poderá dar lugar a outro uniforme, desde que aprovado pelo Conselho.



Enquanto busca reforço de peso, Galo deverá preservar todos titulares

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 11:00 Belo Horizonte (MG)

Bernard - Atlético-MG (Foto: Ricardo Rimoli)
Bernard quer ficar no Galo e sua manutenção é vista como grande reforço para 2013 (Foto: Ricardo Rimoli)

Se ainda não chegou uma contratação de impacto, o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, tem o direito de se gabar que, até agora, a diretoria foi perfeita na manuntenção dos titulares do Atlético-MG.

Nenhum jogador dos 11 principais deixou o clube. A manutenção de Ronaldinho e do jovem Bernard, os grandes destaques da temporada atleticana , foram considerados grandes reforços pelo mandatário.

– Quando você renova com o Ronaldinho ou recusa proposta de quase 12 milhões de euros pelo Bernard, você está contratando – afirmou Kalil, à Rádio Globo.

Bernard ainda poderá sair, mas só por uma proposta irrecusável. Alexandre Kalil admitiu que topa perder muito dinheiro só para deixar a joia alvinegra disponível na disputa da Libertadores. O camisa 11 foi bastante assediado pelo futebol russo, tendo recebido uma proposta recusada de 11,5 milhões de euros do Terek (RUS).

Outro jogador que a diretoria atleticana topa negociar, entre os titulares, é Guilherme. Segunda contratação mais cara da história do Galo, o camisa 10 não rendeu bem no Brasileirão 2012 e é visto pela comissão técnica como um jogador muito bom, mas que não se encaixou na pedida de Cuca, que o queria como substituto de Danilinho. Kalil disse que recebeu, de um agente, uma proposta de troca pelo jogador, que seria, muito boa.



domingo, 30 de dezembro de 2012

Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 22:08

Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

Junior Cigano perdeu o título dos pesos pesados do UFC  ao ser amplamente dominado por Cain Velasquez na luta principal do UFC 155, evento realizado na noite deste sábado (29), em Las Vegas, nos Estados Unidos. A derrota na decisão unânime dos juízes tirou o reinado do brasileiro, mas ele não deixou de agradeceu aos fãs e prometeu dar a volta por cima e reconquistar o cinturão mais cobiçado do Ultimate.

“Agradeço a todos, mas esta noite eu não consegui honrar sua torcida por mim, mas eu juro que tentei”, escreveu o lutador em seu Twitter, após a derrota. “Eu aprendi na minha vida que nenhuma derrota vai me vencer. Eu vou recuperar o meu cinturão”, completou.



Juniores do Botafogo viajam para Copa SP na sexta-feira

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 21:00 Rio de Janeiro (RJ)

O time sub-18 do Botafogo vai viajar nesta sexta-feira para a disputa da Copa São Paulo de Juniores. Após o empate com o Tigres, no sábado, a equipe treinou neste domingo no Estádio Caio Martins, em Niterói, nos últimos preparativos visando a competição. A estreia é no dia 5, contra o Santo André, em Taubaté (SP).

O técnico Anthoni Santoro falou sobre a expectativa para o torneio, avisando que a falta de informações sobre os adversários - Santo André, Gama (DF) e Taubaté - deve manter toda a equipe alvinegra atenta.

- Temos de nos preparar ao máximo, a gente conhece muito pouco as equipes e será melhor surpreender do que ser surpreendido. Todo mundo é qualificado e devemos trabalhar para render ao máximo - afirmou, ao site oficial do Botafogo.



Retrospectiva 2012: Depois de um bom Paulista, Braga sofre na Série B

O 2012 do Bragantino foi de extremos. O clube que se orgulhava em ter o técnico por mais tempo à frente de uma equipe das principais divisões do país trocou de comando e teve semestres opostos.

Romarinho, do Bragantino (Foto: Luis Moura / Agência Estado)Romarinho atuou no Bragantino no Paulistão
(Foto: Luis Moura / Agência Estado)

O ano do Massa Bruta começou com a disputa do Paulistão. Sob a batuta do técnico Marcelo Veiga, o time terminou a fase de classificação no 7º lugar, com 29 pontos, avançando às quartas-de-final. Em 19 jogos, foram oito vitórias, cinco empates e seis derrotas.

Nas quartas, no entanto, o adversário foi o São Paulo. Em jogo único no Morumbi, o Braga, que ainda tinha em seu elenco o atacante Romarinho, viu Luis Fabiano brilhar e foi goleado por 4 a 1.

De fora da semifinal, o Bragantino foi para a disputa do Título do Interior, que reúne as equipes de fora da capital com melhor colocação no estadual. O bom futebol da primeira fase voltou ao estádio Nabi Abi Chedid e, nos pênaltis, o Massa Bruta eliminou o Mirassol, chegando à decisão do torneio contra o Mogi Mirim.

Na decisão, no entanto, nem a presença da musa do clube, Lorena Bueri, ajudou a equipe, derrotada em casa por 4 a 2 no jogo de ida, mesmo placar da volta em Mogi Mirim. O primeiro semestre acabava com o vice do Interior.

Musa Bragantino Lorena Bueri (Foto: Luis Moura / Ag. Estado)Lorena Bueri não deu sorte na final do Título do Interior (Foto: Luis Moura / Ag. Estado)

Na segunda parte do ano, o Bragantino focou a disputa do Brasileirão da Série B. O início abaixo do esperado, perto da zona de rebaixamento, ligou o sinal de alerta nos arredorres do Nabizão. A campanha do ano anterior, quando o time arrancou no segundo turno e quase conquistou o acesso, mantinha a esperança do torcedor.

Mas, depois da derrota em casa para o lanterna Ipatinga, Veiga teve uma conversa com o presidente do clube, Marco Chedid, que culminou em sua saída do clube após 390 jogos e quase seis anos à frente do Massa Bruta.

Marcelo Veiga, técnico do Bragantino (Foto: Divulgação)O ano marcou a queda de Veiga no Bragantino
(Foto: Divulgação)

Roberto Cavalo substituiu Veiga, mas pouca coisa mudou. Apesar da visível melhora de rendimento, o Braga perdeu quatro partidas consecutivas e se afundou na zona de rebaixamento. Cavalo deixou o clube.

Quando o desespero começava a bater no Nabizão, a diretoria trouxe um nome de peso como a cartada final para tentar salvar o time. Vagner Benazzi, que havia salvado o Botafogo-SP da degola no Paulistão, assumia o Massa Bruta.

E após a contratação de homens de confiança de Benazzi, o time se encontrou e começou a vencer na Série B. Partida à partida, o clube galgava uma posição fora do Z-4, mas não foi fácil. Nas rodadas finais, o Bragantino disputava ponto a ponto com Guaratinguetá e CRB pela permanência da divisão.

O time que havia vencido apenas um jogo em casa até a chegada de Benazzi, encaixou uma sequência de oito partidas de invencibilidade no Nabizão e, contando com uma queda inesperada do Guarani, terminou o Brasileirão na 14ª colocação, com 44 pontos. O jogo da permanência, uma goleada diante do Boa Esporte, foi de muita festa em Bragança Paulista.

Vagner Benazzi em treino do Bragantino (Foto: Arthur Costa/ Globoesporte.com)Benazzi salvou o time da degola na Série B, mas não renovou para 2013 (Foto: Arthur Costa/ Globoesporte.com)

Mas o final do ano do Massa Bruta teve uma má notícia. Apesar da renovação de contrato da base de jogadores que salvaram o Braga da degola, o técnico Vagner Benazzi não entrou em acordo com a diretoria do clube, que apresentou Mazola Júnior para 2013.



VOTE! Ajude o LANCE!Net a escolher o gol mais bonito de 2012!

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 20:00 Rio de Janeiro (RJ)

A Fifa vai escolher o gol mais bonito de 2012 só em janeiro, mas aqui no LANCE!Net você pode eleger seu preferido ainda este ano, que pode-se dizer que foi a temporada dos golaços. Teve de tudo. Meio time driblado, voleios incríveis, chutes e bicicletas de fora da área... Não faltam boas opções nesta seleção de pinturas. Confira os gols no clipe acima e tenha a difícil missão de optar pelo melhor do ano. Boa sorte!

CLIQUE AQUI PARA VOTAR NO GOL MAIS BONITO DE 2012



Flu inicia conversas com meia, mas mantém nome em absoluto sigilo

Guilherme Abrahão - 30/12/2012 - 09:18 Rio de Janeiro (RJ)

Ídolos Fluminense - Conca
Conca já foi a primeira opção do Fluminense. Clube agora negocia com novo apoiador

Após descartar os nomes de Elias, Carlos Eduardo e Moisés, o Fluminense já tem novo foco para o meio de campo. O LANCE!Net apurou que o Tricolor já abriu conversas com um apoiador para reforçar o elenco em 2013. A opção surgiu nesta sexta-feira. Contudo, o nome do possível reforço é guardado a sete chaves pelos membros da cúpula de futebol do clube. A intenção é acertar a contratação até o início de janeiro, assim como foi feito com o lateral-direito Wellington Silva e o meia-atacante Rhayner. O sigilo total é para não haver um vazamento de informações sobre o reforço e atrapalhar qualquer tipo de conversas.

O perfil traçado para o meia é o mesmo dos reforços já acertados: jogadores que vinham atuando como titulares em seus clubes e que tenham condições de brigar pela posição de titular na equipe. O exemplo foi tirado no início deste ano, quando o clube acertou com o volante Jean e o apoiador Wágner. O primeiro conseguiu seu espaço na equipe. Já o apoiador segue sendo considerado o 12 jogador.

– Nosso perfil vai ser esse do Jean. É um tipo de jogador que sabíamos da capacidade e que podia brigar para ser titular, mesmo tendo um atleta da qualidade do Diguinho no elenco. Por isso, não temos pressa para anunciar os reforços que estamos buscando. Serão todos pontuais – disse o vice de futebol Sandro Lima.

CONCA ERA PRIMEIRA OPÇÃO PARA O CLUBE

Apesar de não querer gastar muito em reforços, a primeira opção do Fluminense para o meio de campo sempre foi repatriar Conca, que está no Guangzhou Evergrande (CHN). Contudo, o Fluminense ofereceu os valores que podia e afirma ter chegado ao limite para tentar ter o ídolo de volta. A exceção financeira seria aberta pelo clube, exatamente por se tratar do argentino, destaque tricolor na conquista do Brasileiro de 2010.

Mesmo com as declarações do jogador, criticando a falta de apoio do Fluminense para ajudar na liberação do clube chinês, o Tricolor ainda segue de olho nos passos do argentino no próximo ano. O clube, inclusive, já até estaria traçando uma estratégia para tentar trazê-lo de volta antes do término do vínculo com o Guangzhou, em dezembro do próximo ano. O Flu estuda a possibilidade de assinar um pré-contrato com Conca em julho e oferecer uma quantia financeira para os chineses o liberarem no meio da temporada 2013.

Enquanto isso, o clube segue garantindo que as portas das Laranjeiras sempre estarão abertas para Conca e promete, mais uma vez, não medir esforços para tentar repatriá-lo em 2013. Até lá, Conca segue no futebol chinês.



Novamente sem Varejão, Cavs é derrotado pela 25ª vez na NBA

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 09:14 New York (EUA)

Brooklyn Nets x Cleveland Cavaliers. (Foto: Harry How/AFP)
Brooklyn Nets x Cleveland Cavaliers. (Foto: Harry How/AFP)

Encerrando 2012 fora de casa, o Cleveland Cavaliers, ainda sem Anderson Varejão, perdeu pela 25ª vez na temporada regular da NBA. Jogando no Barclays Center, o time de Ohio foi superado por apenas três pontos pelo Brooklyn Nets (100 a 103). O cestina do confronto foi Brook Lopez, com 35 pontos. Contudo, CJ Miles, do Cavs, ficou próximo da marca, com 33 pontos. Com a vitória, o Nets pulou para sétimo na classificação da Conferência Leste. Já o Cavs, continua na vice-lanterna.

Contando com o apoio da torcida, o Nets entrou ligado em quadra e logo abriu 10 pontos de vantagem sob o Cleveland. O primeiro quarto acabou 34 a 24 para a equipe de Nova Iorque. Na segunda etapa, o Cavs voltou mais compacto e diminui a diferença para oito pontos, terminando o primeiro tempo com 53 pontos, contra 61 do adversário.

O segundo tempo foi todo do Cavs. No terceiro quarto, o clube de Varejão tirou mais três pontos do Nets, fazendo com que a vantagem caísse para cinco. No quarto decisivo, o Clevaland venceu por 26 a 24, mas não foi suficiente para sair de quadra com a vitória. Este foi 16º resultado positivo do time nova-iorquino na competição.



sábado, 29 de dezembro de 2012

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Sesi-SP vence e encerra ano em terceiro na Superliga

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 19:12 São Paulo (SP)

Depois de um começo ruim na Superliga Masculina, no qual perdeu os três primeiros jogos, o Sesi-SP enfim embalou na competição. A equipe paulista encerrou a sua participação neste ano com vitória sobre o Super Imperatriz, fora de casa, por 3 sets a 1: 18-25, 27-25, 25-21 e 25-19.

O time comandado por Giovane Gávio estabeleceu-se no terceiro lugar na tabela, com 18 pontos. São cinco vitórias e quatro derrotas ao todo. O time catarinense, por sua vez, segue entre os últimos e ocupa a décima colocação, com nove pontos (três vitórias e seis derrotas). O líder da Superliga Masculina é o RJX, com 23 pontos, seguido pelo Sada Cruzeiro, que tem 21.

Por conta do recesso de fim de ano do torneio, o Sesi-SP só volta a quadra daqui a duas semanas. A equipe paulista enfrentará o Funvic/Midia Fone no dia 10 de janeiro, às 18h (de Brasília), no ginásio da Vila Leopoldina. No mesmo dia, mas às 20h30, o Super Imperatriz recebe a UFJF.



Qual foi o gol mais bonito de 2012?

Qual foi o gol mais bonito de 2012?

BEN ARFA - Newcastle x Blackburn

6%

STOCH - Fenerbahçe x Gençlerbirliği

0%

NEYMAR - Santos x Internacional

29%

PETER CROUCH - Stoke City x Manchester City

0%

PAPISS CISSÉ - Chelsea x Newcastle

0%

FALCAO GARCÍA - Atlético de Madrid x América de Cali

6%

MESSI - Brasil x Argentina

0%

TAISON - Metalist Kharkiv x Vorskla Poltava

0%

IBRAHIMOVIC - Suécia x Inglaterra

59%

MEXES - Milan x Anderlecht

0%


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Cigano bate 108 kg. e avisa: "Está vindo mais um nocaute para vocês"

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 23:16

Cigano bate 108 kg. e avisa: "Está vindo mais um nocaute para vocês"

Com clima respeitoso entre os protagonistas, aconteceu na noite desta sexta-feira (28) a pesagem oficial do UFC 155, evento agendado para a noite deste sábado (29), em Las Vegas, nos Estados Unidos. E na batalha contra a balança todos os atletas venceram o desafio.

Na luta principal da noite, Júnior Cigano, que irá colocar o cinturão dos pesos pesados em jogo contra Cain Velasquez, bateu 108 kg, bem abaixo do limite de 125 kg. da categoria de pesados. Após subir na balança, o brasileiro prometeu repetir o nocaute acontecido no primeiro duelo entre eles.

"Essa luta significa tudo para mim. Velasquez é um grande lutador, mas eu sei que vocês gostam de nocaute. Mais um está vindo para vocês", disse Cigano após a pesagem.

Apesar do clima amistoso entre Cigano e Velasquez, os pesos leves Melvin Guillard e Jamie Varner proporcionaram um momento tenso após a pesagem. Guillard foi para cima na encarada e chegou até a botar o dedo na cara de Varner. O presidente do UFC, Dana White, teve de intervir e impediu que a luta tivesse início antes do show.

Confira abaixo o resultado completo da pesagem do UFC 155:

Card Principal Junior Cigano (108 kg.) vs. Cain Velasquez (109 kg.); Joe Lauzon (70,8 kg.) vs. Jim Miller (70,8 kg.); Tim Boetsch (84,5 kg.) vs. Constantinos Philippou (84,5 kg.); Alan Belcher (84,5 kg.) vs. Yushin Okami (83,5 kg.); DDerek Brunson (84 kg.) vs. Chris Leben (84 kg.);

Card Preliminar Brad Pickett (61,7 kg.) vs. Eddie Wineland (61,3 kg.); Byron Bloodworth (61,7 kg.) vs. Erik Perez (61,7 kg.); Melvin Guillard (70 kg.) vs. Jamie Varner (70 kg.); Myles Jury (70 kg.) vs. Michael Johnson (70 kg.); Philip De Fries (111 kg.) vs. Todd Duffee (113 kg.); Leonard Garcia (66,3 kg.) vs. Max Holloway (66 kg.); Chris Cariaso (56,7 kg.) vs. John Moraga (57,2 kg.);



Grêmio confirma a contratação de quarteto vindo do Juventude

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 23:03 Porto Alegre (RS)

Jovem Bressan com a taça da Copa FGF conquistada pelo Juventude (Divulgação/Juventude)
Bressan conquistou a Copa Hélio Dourado da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) com o Juventude (Divulgação/Juventude)

Assim como esperado, o Grêmio confirmou nesta sexta-feira a contratação de quatro jogadores do Juventude, clube com o qual o Tricolor firmou uma parceria. O goleiro Follmann, de 20 anos, e o zagueiro Bressan, de 19, integrarão o time principal já na pré-temporada, a partir do dia 3 de janeiro. Já o lateral-direito Ramiro, de 19 anos, e o atacante Paulinho, de 18, farão parte, em um primeiro momento, do time Sub-23.

O Grêmio adquiriu 70% dos direitos econômicos de cada um dos novos reforços - os 30% restantes estão divididos entre o Juventude e empresários. Como todos têm passaporte europeu e se destacaram pelo clube de Caxias do Sul, o Grêmio espera lucrar com o quarteto em um futuro próximo.

- São jogadores de muito potencial e que vão corresponder às expectativas - disse Fábio Koff, presidente do Grêmio, ao LANCE!Net.

E MAIS:
> Negociação do Grêmio por Vargas segue após viagem de dirigente ao Chile
> Grêmio paga multa ao Santos e está próximo de comprar o lateral Pará

O quarteto será apresentado no dia 3 de janeiro, data que marca a reapresentação do elenco tricolor. Além dos agora ex-jogadores do Juventude, o Grêmio já havia anunciado as chegadas do goleiro Dida, do lateral-esquerdo Alex Telles e do centroavante Willian José.

Como a parceria com o Juventude é de cooperação, alguns jogadores que não serão aproveitados pelo técnico Vanderlei Luxemburgo em 2013 vão defender o clube da Serra Gaúcha. O atacante Bergson é um deles. Os outros serão definidos na próxima semana.

HISTÓRICO DOS REFORÇOS

Bressan e Ramiro se destacaram na conquista da Copa Hélio Dourado da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) deste ano, competição que garante ao vencedor uma vaga na Copa do Brasil do ano seguinte. Follmann fez parte do elenco campeão, mas não era titular - ele atuou entre os 11 no Gauchão deste ano. Paulinho, por sua vez, vinha sendo um dos destaques do time sub-20 da equipe de Caxias do Sul.



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Nadal anuncia desistência de Grand Slam

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 13:45 Doha

O Aberto da Austrália não poderá contar um de seus principais astros em 2013. Nesta sexta-feira, Rafael Nadal (4º do mundo) anunciou que não participará do primeiro Grand Slam da temporada.

O espanhol, que se recuperou de uma lesão nos dois joelhos, sofre agora com um vírus estomacal, que também lhe tirou do torneio-exibição de Abu Dhabi (EAU), disputado nesta semana. Além do Aberto da Austrália, Nadal também deu baixa no ATP 250 de Doha (QAT), que começa no domingo.

– Estou muito triste em anunciar que não poderei jogar o Aberto da Austrália. Meu joelho está indo bem, mas um vírus estomacal me impedirá de ficar pronto a tempo para disputar uma competição como um Grand Slam – disse Nadal, em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, em Doha.

– Por causa do vírus, não tive como fazer nenhuma partida de preparação e simplesmente não seria justo comigo e com meus amigos na Austrália se chegasse lá despreparado – disse Nadal.

Atual vice-campeão do Grand Slam australiano, Nadal não disputa uma partida desde o fim de junho, quando foi eliminado na segunda rodada de Wimbledon pelo tcheco Lukas Rosol.

O Aberto da Austrália terá início no dia 14 de fevreiro, em Melbourne.



Fillipe Soutto agradece ao Galo e garante honrar camisa vascaína

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 13:51 Rio de Janeiro (RJ)

Fillipe Soutto - Atlético-MG (Foto: Ramon Bitencourt)
Fillipe Soutto é cria da base do Galo (Foto: Ramon Bitencourt)

Reforço do Vasco para a temporada 2013, o jovem volante Fillipe Soutto enviou uma carta à torcida do Atlético-MG, clube em que ele foi criado nas categorias de base. O jogador agradeceu aos torcedores do Galo, funcionários e comissão técnica e considerou a transferência para o Cruz-Maltino como um recomeço.

Fillipe Soutto afirmou ainda que, em São Januário, quer mostrar seu valor e garantiu que vai honrar a camisa vascaína. Na carta, ele avisou ainda que tem muito a evoluir, mas sabe do seu potencial.

O volante chega ao Vasco após um troca-troca entre o Cruz-Maltino e o Atlético-MG. O atacante Alecsandro foi para o Galo enquanto Fillipe Soutto e Leonardo para o Vasco. Até o momento, porém, ainda não foi tudo acertado com o atacante Leonardo.

Veja na íntegra:

Olá, Massa!

Como vocês já sabem, acertei a minha transferência por empréstimo de um ano para o Vasco da Gama. Após 16 anos de dedicação de corpo e alma ao Clube Atlético Mineiro, como torcedor e jogador, vou trocar de clube pela primeira vez na minha carreira. Deixarei o time que me formou como atleta, que me deu condições de realizar um sonho e fazer o que mais gosto nessa vida, que é jogar futebol. Aprendi cedo a responsabilidade de vestir a essa camisa e, desde os primeiros dias na escolinha de futsal do Labareda até hoje, foi uma longa jornada, da qual não guardo um pingo de arrependimento. Não mudaria uma só vírgula nessa história toda. Afinal de contas, ela se confunde com a trajetória da minha vida.

Saio do Atlético-MG, mesmo que temporariamente, com a sensação de ter dado 110% do que eu podia cada vez que entrei em campo com essa camisa. Nunca me esquecerei dos títulos na base, especialmente da Taça BH de 2009, quando fomos campeões de maneira heroica e uma nova geração de jogadores talentosos surgiu para o clube. Também ficará na memória o Campeonato Mineiro deste ano (minha primeira conquista como profissional) e a bela campanha no Brasileirão de 2012. Isso sem contar os momentos delicados, como a contusão que tive no ano passado, que me impediu de participar do Mundial Sub-20 e também de uma parte do Brasileiro. Apesar de terem sido dias difíceis, foram situações que fizeram com que eu crescesse como jogador e também como homem.

Gostaria de agradecer à Massa por todo o carinho que sempre demonstrou ter por mim durante todos esses anos e mesmo agora, na hora da minha saída. Saiba que esse sentimento é recíproco e fico triste por não ter tido a oportunidade de retribuir dentro de campo tanto quanto gostaria em 2012. Por isso, queria dizer que eu nunca esquecerei cada manifestação de apoio e nem as palavras de incentivo.

Além da torcida, preciso dizer o meu obrigado também ao presidente Kalil, pela transparência e honestidade com que sempre me tratou; ao Maluf e toda a diretoria; funcionários; comissão técnica; e jogadores. Deixo muitos amigos, pelos quais nunca deixarei de torcer.

Agora, uma nova fase na minha vida se inicia. Em um novo clube, uma nova cidade, uma nova caminhada. É um recomeço e um desafio que vou encarar com muita gana e muita vontade de vencer. Ainda sou jovem, tenho muita vontade de evoluir, de provar o meu valor, pois sei que tenho potencial. Vestirei e honrarei a camisa do Vasco tanto quanto honrei a do Atlético e estou pronto para o que vem pela frente.

Um forte abraço e um feliz 2013 a todos vocês!



Vídeo: Assista a pesagem do UFC 155 com Cigano e Velasquez. Ao Vivo!

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 13:32

Vídeo: Assista a pesagem do UFC 155 com Cigano e Velasquez. Ao Vivo!
Vídeo: Assista a pesagem do UFC 155 com Cigano e Velasquez. Ao Vivo!

O UFC 155, acontece no próximo sábado (29), e traz a disputa do cinturão dos pesos pesados entre Júnior Cigano e Cain Velasquez como atração principal. Porém, antes de ficarem frente a frente, os lutadores terão que passar pelo último desafio: a balança.

O SUPER LUTAS transmite  a pesagem oficial do UFC 155, ao vivo a partir das 22 h desta sexta-feira. Confira!

Assista a pesagem do UFC 1555 ao vivo com o brasileiro Júnior Cigano e Cain Velasquez:



Entre a esperteza e a trapaça: como o 'jeitinho brasileiro' entra em campo

soccerex coletiva Chris Eaton (Foto: André Durão/Globoesporte.com)Chris Eaton, diretor de integridade da ICSS, tem 
opinião forte: simulação pode levar à corrupção
(Foto: André Durão/Globoesporte.com)

Chris Eaton, um australiano, é diretor de integridade da ICSS, o Centro Internacional de Segurança no Esporte, entidade sem fins lucrativos criada no Qatar para investigar, em diálogo com a Fifa, questões relacionadas à proteção aos atletas, ao comportamento deles em campo e ao combate à corrupção, expressa principalmente com a venda de resultados. Quando vê um jogador de futebol simulando, fingindo, enganando o árbitro, o dirigente sente um temor: de que aquele sujeito de chuteiras seja um corrupto em potencial.

É uma visão combativa, certamente vista como exagerada por muitos. E que amplia a discussão sobre os limites da simulação em um campo de futebol. Para Eaton, no momento em que um jogador abre brecha para o fingimento com o objetivo de vencer uma partida, a corrupção está mais viva; se o atleta dá uma concessão à burla da regra, também faz uma concessão em seu caráter, e aí abre o caminho até para ajeitar resultados - a grande preocupação dele na ICSS.

Será? No futebol brasileiro, tão acostumado à encenação, a opinião de Chris Eaton pode soar radical. É uma questão de estabelecer onde fica a fronteira entre o legal e o ilegal, o moral e o imoral: se o fingimento é mais uma face da esperteza ou se é pura e crua trapaça. Em um debate com mais perguntas do que respostas, o GLOBOESPORTE.COM ouviu personagens de diferentes áreas do futebol para discutir os limites da malandragem, do jeitinho brasileiro, nos campos de futebol - para tentar entender de onde viemos e para onde vamos.

Luiz Adriano se desculpa, Seedorf faz pedido

"O choro é livre", escreveu o brasileiro Luiz Adriano, atacante do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, no dia 20 de novembro, em seu perfil no Twitter. No instante em que usava o limite de 140 caracteres da rede social para ironizar seus críticos, o jogador já era alvejado por meio mundo por causa do gol que acabara de marcar sobre o Nordsjaelland, da Dinamarca, pela Liga dos Campeões da Europa. Depois de a arbitragem parar o jogo para atendimento médico a dois atletas, Luiz Adriano pegou uma bola que aparentemente seria devolvida ao adversário, driblou o goleiro e fez o gol (recorde no vídeo). Ao fintar a gentileza, um mandamento das quatro linhas em lances de lesão, Luiz Adriano ajudou sua equipe a golear por 5 a 2, mas se deu mal depois: levou um jogo de suspensão, teve que pedir desculpas públicas, virou sinônimo de desrespeito ao fair play. E apagou a mensagem que deixou no Twitter...

Os lamentos, pelo extremismo do lance, foram quase unânimes - Luiz Adriano argumentou que estava desatento na jogada, incapaz de perceber que era um momento de fair play. A revolta se sustentou em uma percepção: de que mais do que um desrespeito à regra, foi um momento de desconsideração à moral do esporte - esse conjunto invisível de normas que dita o comportamento dos atletas enquanto estão competindo.

O lance de Luiz Adriano pode ser cruzado com declarações dadas em outubro por Clarence Seedorf. O holandês do Botafogo se mostrou incomodado com aquilo que ele diagnosticou como um hábito do jogador brasileiro: simular, fingir, tentar levar vantagem (observe no vídeo ao lado).

- O futebol tem uma importância enorme, socialmente falando, e os jogadores precisam ser mais leais. Ser malandro parece um pouco demais. É importante que haja solidariedade, que sejam honestos. (...) Jogar-se no chão para o árbitro entender mal a jogada é uma malandragem, e não respeito isso - disse o jogador ao "Esporte Espetacular".

Esperteza ou trapaça? Outra face do talento ou concessão à desonestidade? Abaixo, o leitor encontra a visão de personagens de campos variados do futebol sobre o assunto.

De onde viemos: a sociedade, a cultura, a arbitragem

Paulo Autuori treina a seleção do Qatar. O Oriente Médio é mais uma cultura a rechear a carreira do técnico brasileiro, campeão por clubes como Botafogo, Cruzeiro e São Paulo. Ele já teve vivências na América do Sul (Peru), na Europa (Portugal) e na Ásia (Japão). Conhece diferentes sociedades e os códigos que as regem. E parte de uma ideia inicial ao analisar o comportamento dos atletas: de que absolutamente nada no futebol brasileiro pode ser observado fora do contexto social do próprio país.

Paulo Autuori, do Al-Rayyan, do Qatar (Foto: Divulgação)Paulo Autuori, técnico do Qatar, alerta contra a
hipocrisia no futebol Foto: Divulgação)

- O futebol é um fenômeno sócio-econômico. Não podemos deixar de associar o lado cultural com as coisas que se passam na sociedade. Acho muita graça quando um cidadão comum fica p... porque alguém tenta passar a perna nele. O cara fica p.... Mas quando é o time dele que ganha num lance de malandragem, ele acha legal. Como cidadão, não gosta de ser ludibriado, mas se transforma quando é torcedor e admite essa malandragem para que seu time ganhe. É uma contradição. Cheira a hipocrisia. Nunca vou deixar de associar esse lado social desse lado esportivo. Trabalhamos no futebol, mas existe uma vida por trás - opina o treinador, por telefone, desde Doha, no Qatar.

Ou seja: um sujeito se irrita quando alguém fura a fila, quando o ônibus não para no ponto, quando o teleatendimento de uma empresa qualquer o segura durante eternidades na linha, mas aceita que seu centroavante cave um pênalti. Ronaldo Helal, sociólogo, professor da faculdade de comunicação social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, corrobora a visão de Autuori ao lembrar que a malandragem é um elemento da cultura brasileira - por vezes louvado, visto por um viés positivo, de criatividade, de inteligência. Ele lembra de dois personagens clássicos de nossa literatura: Leonardo, em "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida, e Macunaíma, o herói sem caráter de livro homônimo de Mário de Andrade. Os malandros cantados por Chico Buarque, Bezerra da Silva ou Zeca Pagodinho ou encenados por Hugo Carvana, Nuno Leal Maia ou Joel Barcelos também são exemplos.

- Isso não está no eu. Está no nós. É da literatura, e vai para a imprensa. O aluno passa no vestibular e mente que levou uma vida normal, que não estudou tanto assim. O repórter pega e deixa a edição mais bonita. É assim. É uma coisa cultural mesmo.

Jefferson no treino do Botafogo (Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)Jefferson vê simulações como um defeito do atleta
brasileiro (Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)

Daí para o campo, é um passo. Parece claro que se trata de uma característica do jogador brasileiro. Mas a dúvida, maleável de acordo com a opinião de cada um: é um defeito? Para Jefferson, goleiro do Botafogo e da seleção brasileira, é.

- Cada país tem uma cultura. Na Argentina, os caras são catimbeiros. O brasileiro gosta de ser esperto, quer ser malandro. E acha que é mais esperto que o outro. É um defeito. É feio. O jogo fica ruim. E sabemos que os goleiros também fazem isso. Às vezes, está 1 a 0 e o cara fica matando tempo - observa o jogador.

Mas a visão crítica não é unânime. Há quem veja nessa malandragem uma simples ação de jogo, um macete legal para vencer a partida. Zinho, ex-jogador da seleção brasileira, ex-treinador do Miami FC e ex-diretor do Flamengo, acha válido, por exemplo, um atleta forçar o terceiro cartão amarelo em seu time quando está convocado para defender a Seleção. Em lances de simulação, ele opina que cabe mais ao árbitro punir do que ao jogador evitar.

- A questão do cartão é até normal. O cara já vai ficar fora do jogo. Não me parece que seja burlar a lei. E a simulação, cabe ao árbitro punir. Tem coisas que fazem parte, que são da atmosfera do futebol, mas não podem ser ilegais. Se o jogador simula, o árbitro tem que punir. Se não pode proibir o jogador de matar tempo, tem que dar acréscimo.

Em 2011, Kleber Gladiador, hoje no Grêmio, teve um lance parecido com o de Luiz Adriano em jogo entre o Palmeiras e o Flamengo. A bola foi parada para atendimento médico, e parecia que seria devolvida aos rubro-negros. Mas o atacante partiu com ela na direção do gol - chutou para fora (o lance está no quadro abaixo). Depois, declarou:

- Acho que tem muita hipocrisia. O fair play é bom só para tua equipe, né? Para a equipe dos outros, não é bom. É legal o juiz falar que só pode bater a falta depois do apito e mesmo assim o cara bater? É legal? É legal o jogo parar e o cara (em referência a Ronaldinho Gaúcho) tentar tocar por cima do Marcão (o ex-goleiro Marcos) para ganhar tempo? Onde está o fair play?

A arbitragem é uma questão central. Jogadores, treinadores e ex-atletas reclamam que os apitadores brasileiros transformam qualquer contato em falta. Consequentemente, isso estimula o boleiro a simular em campo - para levar a vantagem da marcação do juiz. De fato, o Campeonato Brasileiro, considerados os principais do mundo, é aquele com maior número de faltas, como mostrou em outubro o blog do ex-árbitro Leonardo Gaciba, comentarista da TV Globo e do SporTV. Aqui, o jogo é parado quase duas vezes mais do que na Argentina, por exemplo.

- Se eu fosse um diretor de árbitros, chamaria a imprensa e diria que os árbitros estão orientados a deixar o jogo correr. Temos que baixar o número de faltas. Se a comissão desse esse aval, a coisa iria mudar - comenta Gaciba.

Belletti soccerex (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Belletti: brasileiros são chamados de Mickey Mouse
na Europa (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Vira a velha questão do ovo ou da galinha: quem nasceu primeiro? São dois caminhos: ou o árbitro brasileiro marca mais faltas porque o jogador daqui simula mais, ou o jogador daqui simula mais porque o árbitro brasileiro marca mais faltas. Seja como for, parece haver um equilíbrio entre o teatro do atleta e a permissividade do apito. O problema é quando o brasileiro vai para culturas menos simpáticas à simulação. Aí ocorre um choque, como exemplifica o ex-lateral-direito Belletti, que defendeu clubes como Barcelona e Chelsea na Europa.

- Eles ficam muito incomodados quando o jogador brasileiro tenta simular. Não aceitam. Na Europa, o jogador brasileiro é chamado de Mickey Mouse, acho que por ser um rato, por tentar ser mais esperto. Lembro de uma vez, quando eu estava no Chelsea, antes de um jogo, no túnel, me preparando para entrar em campo, em que o Makelele (ex-volante francês) olhou para mim e disse: "Não tente se atirar no campo, porque aqui não funciona assim".

Mas a simulação não é exclusividade brasileira. Longe disso. Fora do país, pipocam encenações, algumas que ultrapassam o limite do ridículo, como aconteceu no jogo entre Chile e Equador, pelo Sul-Americano Sub-20 de 2011. Bryan Carrasco, da seleção chilena, pegou o braço de um adversário e o jogou contra seu rosto, fingindo ter levado um soco. Em 2009, na Suécia, um goleiro tentou diminuir o tamanho do próprio gol, mexendo na posição da trave.

Para Autuori, a questão não está na exclusividade, mas na frequência. O jogador brasileiro simula mais, na opinião dele.

- Quando a gente fala em corrupção no Brasil, precisamos saber que realmente existe em todo lugar, mas esporadicamente; no Brasil, é a toda hora. Quando algo é usado por quase todos, vira uma característica. O mesmo vale para isso de tentar ser malandro. O futebol brasileiro não precisa disso. Se eu disser que não vejo isso em outros lugares, estarei mentindo. Eu vejo, mas de forma esporádica. E mais: quando acontece, é punido. Pode passar pelo árbitro, mas depois, com vídeo, quem fez acaba tomando punições.

Ludibriar árbitros e adversários não é cria dos últimos anos. Em 1962, pegando um exemplo clássico, Nilton Santos cometeu pênalti contra a Espanha, mas deu um passo para fora da área, e o juiz caiu na ilusão dele. Marcou falta. Em 1969, Dé (o Aranha), do Bangu, arremessou uma pedra de gelo na bola, em jogo contra o Flamengo, e assim desarmou o zagueiro Reyes e fez o gol. Em 1957, Nelson Rodrigues escreveu uma crônica em que citava uma "cusparada metafísica" como protagonista de um jogo. Explica-se: em partida entre o Flamengo e o Canto do Rio, o rubro-negro Dida cuspiu na bola antes de cobrança de pênalti para a equipe adversária - para desconcentrar Osmar, o batedor. Bingo: ele errou o pênalti.

- Isso sempre existiu. Mas na minha época chamavam de "recurso" - brinca Carlos Alberto Torres, capitão do Brasil no tricampeonato mundial, em 1970.

Para onde vamos: as categorias de base, a vigilância, a corrupção

Clemer, técnico dos juvenis do Inter (Foto: Divulgação)Clemer já viu técnico questionando garoto por não
ter tentado cavar um pênalti (Foto: Divulgação)

Clemer foi goleiro por mais de 20 anos. Defendeu clubes como Portuguesa e Flamengo antes de chegar ao Inter, onde foi campeão do mundo em 2006. Ele segue no clube gaúcho, mas agora como treinador. E treinador de garotos. Acaba de ser campeão brasileiro com o time juvenil. Com a vivência diária dos embriões de futuros profissionais, o treinador não tem dúvida: simulações nascem já nas categorias de base.

- Eu tento passar a meus atletas a ideia de seguir o jogo, de tentar o drible, de tentar a jogada. Falo isso pra eles. Quando você fala sério, fala com firmeza, eles aceitam, porque é um período de aprendizagem. Mas vejo muitos jogadores fazendo isso nas categorias de base. Já vi treinador dizendo pro menino: "Deveria ter caído, deveria ter cavado".

Segundo Clemer, a permissividade da arbitragem é a mesma nas categorias de base. E, de acordo com Gaciba, a propensão dos atletas para simular também já é vista ali.

- É uma política desde as categorias de base. Isso é ensinado ao jogador. Quando tem o contato, se ele tenta fazer o gol e não cai, é repreendido, chamado de burro - afirma o ex-árbitro.

Jefferson, goleiro do Botafogo, concorda.

- Isso vem da base. Desde criança, o menino cai na área e pede pênalti.

Os entrevistados para esta reportagem acreditam que vem aumentando a dose de simulação. E é uma contradição, já que a vigilância também é maior. Há mais câmeras de olho. Se o atleta encena em campo, corre o risco de ser ridicularizado depois. E até punido, como aconteceu com Luiz Adriano. A frequência de encenações é tanta, que o GLOBOESPORTE.COM criou, no Brasileirão, o quadro "Ator da rodada", mostrando lances claros de simulação (veja uma compilação dos lances no vídeo acima).

Em outros momentos e outras competições, há variações até cômicas. Em 2011, no jogo entre Operário-PR e Mirassol, pela Série D, o árbitro Rodrigo Nunes de Sá desabou no gramado quando um atleta se aproximou dele, alegando ter sido agredido. O vídeo ao lado indica que o apitador forçou a barra. Veja bem: um árbitro! Dois anos antes, o argentino Escudero, do Corinthians, simulou ter sido atingido... pela bandeira do assistente. Mais uma vez, as imagens mostraram que não passou de uma encenação.

Mas por que fazer isso? Por que correr o risco até de pagar mico para levar vantagem em um lance? Pelo valor que tem a vitória, talvez.

- O que o cara quer é ganhar o jogo. Depois ele vai ver se vão falar alguma coisa. Infelizmente, em algumas situações, pensando apenas no resultado, pode acabar valendo a pena o cara simular, porque o árbitro está pressionado, e o jogador (adversário) pode já ter um amarelo, por exemplo, e ser expulso - observa Clemer.

É aí que entra a preocupação de Chris Eaton. Para ele, a supervalorização dos resultados está no centro da discussão.

- Quanto mais dinheiro, quanto mais sucesso, quanto mais prestígio o esporte envolver, mais isso vai acontecer. As vantagens de se vencer são muito grandes - diz ele.

Autuori parte do mesmo raciocínio. Para ele, existe uma pressão exagerada pela vitória, e isso abre brechas para ações desesperadas.

- Isso vem crescendo a partir do momento em que cada um pensa que tem que passar a imagem da vitória, e aí passa a admitir qualquer coisa. É a vitoria a todo custo. Existe essa necessidade de ganhar de qualquer maneira. Essa pressão está matando muita coisa. O ser humano não tem necessidade de ser campeão 24 horas por dia. Ser vencedor não é isso.

O foco de Chris Eaton está na venda de resultados, um processo, segundo o australiano, crescente em todo o planeta, com jogadores cometendo pênaltis ou errando gols de propósito, para beneficiar apostadores. Por causa do perigo que cerca o futebol, o dirigente é rígido em sua percepção: simplesmente não podem existir poréns ao fair play.

- Quando os jogadores são condescendentes com as regras do jogo, podem acabar fazendo coisas muito piores. Quando você sai da linha, fica a um passo de fazer outras coisas. "Ah, este jogo não vale nada, por que você não aceita 50 mil euros para ajudar no resultado?". É preciso haver consequências para isso. As crianças estão vendo. Se elas veem esse tipo de coisa, vão fazer o quê?

FRASES O QUE ELES PENSAM SOBRE SIMULAÇÕES E MALANDRAGENS NO FUTEBOL (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

Everardo Rocha, antropólogo, professor da PUC-Rio, cria uma ideia interessante: que o talento do jogador brasileiro já implica uma ideia de encenação, mas dentro da lei - enganar o adversário em um drible, iludir o goleiro em uma cobrança de falta, criar uma farsa em uma jogada que parece ser um chute direto, mas acaba sendo um lance ensaiado.

- O futebol tem uma característica que ajuda a fantasia, o inesperado, o drible. É mais imprevisível, é propício a enganar o adversário, surpreender. É isso de futebol moleque, que todo mundo adora. É a molecagem do Garrincha, contrária ao futebol mecânico dos europeus. É um futebol de ilusão, de engano, e esse lado foi muito glorificado pela torcida, pela mídia. São coisas ligadas à ilusão. Daí para você fazer uma coisa um pouco além, fora da regra, uma ilusão desonesta, é um passo muito pequeno. Esse excesso de glorificação do futebol artístico em oposição ao futebol mecânico, duro, tático, é facilitado em nosso imaginário.

O casamento entre o pensamento de Everardo Rocha sobre a origem dessa malandragem e o temor de Chris Eaton sobre as consequências dela criam três níveis no debate sobre a simulação em campo: primeiro, a encenação com a bola nos pés, legal, artística; segundo, o fingimento para iludir árbitros, para aproximar uma vitória; terceiro, a burla total à lei, com a corrupção, com a venda de resultados.

- Toda essa discussão pode não ser uma questão de lei, mas é uma questão de integridade e honestidade. Se o atleta não joga limpo, o que se pode esperar dele? - questiona Chris Eaton.