CÁSSIO – goleiro
Mostrou que ainda precisa de mais ritmo de jogo. Foi acionado poucas vezes, fez grande defesa no primeiro tempo, mas falhou no segundo gol. Nota: 4.
EDENÍLSON – lateral-direito
Improvisado, o volante teve dificuldades para atacar e deu espaços para Léo Jaime aparecer na área e abrir o placar para o Bragantino. Nota: 4.
GIL – zagueiro
Errou em alguns momentos na marcação e sofreu com a velocidade dos contra-ataques do adversário. Nota: 4,5.
PAULO ANDRÉ - zagueiro
Assim como seu companheiro, ficou muito exposto e teve dificuldades para acompanhar a rapidez dos adversários. Nota: 5.
FÁBIO SANTOS – lateral-esquerdo
Apareceu poucas vezes no campo ofensivo. Na defesa, não comprometeu. Nota: 5.
RALF – volante
Voluntarioso como de costume, não conseguiu ter a mesma eficiência nos desarmes do meio de campo. Nota: 5.
PAULINHO – volante
Nem de longe lembrou o jogador que se transformou em “homem-surpresa” nas principais conquistas dos últimos anos. Atuação apagada. Nota: 4.
DOUGLAS – meia
Começou bem a partida, mas caiu de produção gradativamente e acabou sendo substituído na etapa final. Nota: 4,5.
RENATO AUGUSTO - meia
Teve boa movimentação e criou jogadas de perigo no primeiro tempo. Cansou no fim. Nota: 5,5.
ROMARINHO - atacante
Perdeu uma grande chance de marcar no início do jogo, mas foi um dos poucos destaques da equipe com muita velocidade e bons lances individuais. Nota: 6,5.
ALEXANDRE PATO – atacante
O melhor do Corinthians na partida. Com ótima movimentação, abriu a defesa adversária e fez um gol mostrando oportunismo. Nota: 7,5.
GUERRERO – atacante
Entrou na vaga de Douglas para reforçar o ataque após o segundo gol do Bragantino. Não jogou bem, mas empatou o jogo no fim cobrando pênalti. Nota: 5,5.
GUILHERME – volante
Foi a campo no segundo tempo no lugar de Paulo André para melhorar a saída de bola, porém, foi pouco eficiente. Nota: 5.
IGOR – lateral-esquerdo
O garoto ocupou a vaga de Fábio Santos e não comprometeu. Nota: 5.
BRAGANTINO
O Massa Bruta cumpriu com eficiência a proposta de jogo do técnico Mazola Júnior. O time se trancou na defesa, abusou das faltas e soube aproveitar os espaços nos contra-ataques. Perdeu a chance de vencer com um pênalti infantil do zagueiro Raphael Andrade no último minuto.